Dados pessoais: Nome do formador: Laureci Ferreira da Silva Matrícula: 11.197.573-0 Telefone/Cel:3321-5161 / 81734382 E-mail: launarede@hotmail.com Formação: Letras Vernáculas Especialização/Mestrado/Doutorado ( X) Sim ( ) Não Especifique: Psicopedagogia institucional e Estudos Lingüísticos e Literários
Senhora: Meu processo no GESTAR, iniciou-se no dia 23 de março de 2009, quando participei da seleção para atuar como formadora de Língua Portuguesa em Salvador, através de uma entrevista e uma carta de intenção. No dia 1º de maio fui convocada através do Diário oficial do Estado da Bahia fazer parte do grupo GESTAR da Bahia. Isso posto, submeto a apreciação de V. Srª. o relatório das atividades realizadas desde que ingressei no programa. No dia 05 de maio fui convidada a comparecer para uma reunião no dia 07/05/09 com a Coordenação Pedagógica do Programa GESTAR na sede da DIREC 1A/B, às 14 horas. Nesta reunião, a coordenação fez a apresentação do programa para os novos formadores de Língua Portuguesa e Matemática. Em seguida, iniciaram-se as reuniões pedagógicas para discussão do cronograma de atividades do mês de maio. Uma das atividades foi a leitura do Guia Geral com o objetivo dos novos formadores conhecerem a proposta de trabalho do programa GESTAR e discutir sobre a concepção socioconstrutivista do processo ensino-aprendizagem, pois é esta que fundamenta o programa. Essa atividade foi coordenada pela especialista de Língua Portuguesa e por um dos formadores veteranos. Na sequencia, a especialista em psicopedagogia Edmeire Santos Costas realização de uma oficina de integração com o objetivo de integrar o grupo de formadores antigo com os novos. Nesta oficina, participaram tanto os formadores de Língua Portuguesa como os de Matemática. È válido dizer que o objetivo foi alcançado, pois começamos a nos sentir parte do grupo. Continuando com as atividades agendadas, fizemos a leitura do TP1 e do TP2. Durante esta leitura discutimos a relação entre linguagem e cultura. Vimos também no TP2 como a variação lingüística, o texto, a intertextualidade, gramática, arte e literatura, gêneros textuais e tipos de discursos podem e devem entrar na sala de aula. Ainda nesse momento, discutimos sobre as questões ligadas à nova conceituação de gêneros dos textos e de tipos de textos. Dando seqüência aos nossos estudos, a formadora de Língua Portuguesa, Fátima Pereira realizou para os outros formadores, coordenadores e especialistas a oficina de Tipos textuais para que os novos formadores não só se aprofundasse nesse conteúdo, mas também percebessem a dinâmica de uma oficina. Devo mencionar que houve também planejamento e execução de estudo individuais e coletivos, visando nos apropriar mais dos conteúdos e das estratégias apresentadas pelo programa. Além disso, foi feita também a organização de turmas de cursistas.
Relatório de Atividades- Gestar Língua Portuguesa.
Período: Junho e Julho de 2009.
Dados pessoais:
Nome do formador: Laureci Ferreira da Silva Matrícula: 11197573 - 0 Telefone/cel.:(71) 33215161 / 8173 - 4382 E-mail: lau.narede@hotmail.com /launarede.gestarba@gmail.com Formação: Licenciatura em Letras Vernáculas Especialização: Psicopedagogia Institucional e Estudos Lingüísticos e Literários Descrição de atividades realizadas No início de junho começamos a nos reunir na DIREC 1/B - GESTAR para discutir a formatação da oficina Introdutória para alinharmos os itens relevantes acerca do Guia Geral. As discussões foram muito válidas, pois discutimos o Guia Geral, as atividades referentes à oficina, bem como os instrumentos de avaliação do “Avançando na prática” e projeto. Em seguida, passamos a nos encontrar para discutir a formatação da oficina de projeto e material de suporte teórico sobre o assunto.Estudamos alguns textos:Projeto Pedagógico:um estudo introdutório (Maria Adélia Teixeira Baffi),Projeto:uma nova cultura de aprendizagem (Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida),Os Parâmetros Curriculares e o projeto educativo da escola. Além desses textos, estudamos também Pedagogia dos Projetos. Etapas, papéis e atores (p.57 a 97). Partindo desse estudo, surgiram algumas discussões em torno de tema e assunto/temática/problemática. Essa discussão ocorreu entre os formadores de Língua Portuguesa durante dois encontros. A formatação da oficina de apresentação do Programa (Introdutória), já está pronta. Estamos esperando a autorização dos responsáveis para que possamos iniciar o nosso trabalho com os cursistas. Enquanto isso estamos confeccionando o material que será utilizado. Enquanto isso não acontece,continuamos discutindo o material sobre projeto e pesquisando mais textos que possam embasar o nosso trabalho. Salvador,20 de julho de 2009
Memorial Não há talvez dias da nossa infância que tenhamos tão intensamente vivido como aqueles que julgamos passar sem tê-los vivido, aqueles que passamos com um livro preferido.
Marcel Proust, in 'O Prazer da Leitura'
Escrever sobre minhas experiências com a leitura e a escrita me traz recordações não muito agradáveis, devido a forma como isso aconteceu. Recordo-me que a minha primeira escola era uma olaria (lugar onde se faz tijolo) que ficava à beira do rio em Queimadas-BA. O meu primeiro contato com as letras foi através do ABC – um livro pequeno que continha as letras do alfabeto, as sílabas e palavras. Ele era a base para alfabetização. O processo ocorria da seguinte forma a professora marcava a parte que deveríamos aprender em casa nós decorávamos e no dia seguinte demonstrava para professora o que tínhamos aprendido. A professora chamava cada um dos alunos a sua mesa e mandava que a gente lesse apontando a letra para ela saber que sabíamos reconhecer as letras. Esse processo ocorria assim: primeiro aprendíamos a vogais e em seguida as consoantes, depois passávamos para formação de silabas, logo após fazíamos a leitura soletrada mais ou menos assim: cha+co =cha+co+la+co+la+co+tei+ra + chaculateira. Esse método era muito difícil, pois quando chegávamos ao final da palavra já tínhamos esquecido o início. Depois dessa etapa passávamos para a cartilha: Vivi viu a uva. Lembro-me também que uma vez fiquei duas semanas na mesma lição por que não acertava dizer a palavra abóbora. Eu dizia abrobra, abobra, aboborá esse momento ficou marcado porque só acertei dizer no dia que a professora quando me chamou levantou uma régua enorme, isso significava que se eu não acertasse naquele dia eu apanharia, então quando olhei para régua não sei como a palavra abóbora saiu, mas em seguida voltei a dizer abroba. Não me lembro de ter vivenciado essa preocupação na minha comunidade e nem na minha escola. Os únicos materiais que nos colocava em contato com a escrita era o ABC e a cartilha. O que predominava era oralidade. Para nós, quem sabia contar boas histórias era uma das pessoas mais importante daquele povo. Diante disso, é evidente que ler histórias para as crianças não tinha espaço nesse contexto. Isso não fazia parte das nossas vidas. Livros de histórias não eram importantes para nós. O importante era as histórias contadas todas as noites das 18h00min às 20h00min, pois depois dessa hora todas as pessoas iam dormir. Naquela época ler e escrever não tinha significado para nós. A escola era vista como uma possibilidade de ascender na vida. Aprender a fazer as quatro operações era também muito importante. Diferente do meu tempo de criança, a escola disponibiliza os mais variados gêneros textuais: contos, poemas, romances, novelas, peça teatrais, além dos textos que circulam socialmente. Há escrita hoje também tem seu valor garantido. Alguns professores já trabalham tanto a escrita como a leitura considerando as condições de produção de texto: para quem se escreve? O que se escreve? Para que se escreve? Quando se escreve? Atualmente nas escolas aprende-se a ler e a escrever e lê-se e escreve-se para aprender, pois acredita-se que a ensinar ler e escrever é dar condições do aluno se apropriar dos conhecimentos historicamente construído e utilizá-lo.
Atividade a partir do filme “Narradores de Javé” para 7ª e 8ª série 1. Mobilização de conhecimentos prévios. • Expor do título do filme na lousa (utilize o recurso visual que a sua escola possui: data show ou retroprojetor).
• Em seguida, selecionar dois alunos para responder a seguinte pergunta o que é um narrador? • Depois selecionar mais dois para perguntar que signifique a palavra Javé. • Na sequência comunicar que na aula de hoje nós vamos assistir filme cujo título é “Narradores de Javé”. • Neste momento, escolher oito alunos para responder a seguinte pergunta: como ele (a) acha que será a história do filme? a. O que conta? (o fato) b. Quem conta? (o narrador) c. Com quem? (as personagens) d. Onde? (o lugar: descrever um pouco) e. Quando? (Tempo) f. Como? (o modo) g. Por quê? (as causas) h. Como termina? (os resultados)
2. Apresentação do vídeo: antes da exibição a. Informe apenas os aspectos gerais do vídeo (autor, duração, prêmios...). Não interpretar antes da exibição, não pré-julgar (para que cada um possa fazer a sua leitura). b. Checar o vídeo antes. Conhecê-lo. Ver a qualidade da cópia.
3. Leitura - durante a exibição: os discentes devem anotar as cenas que considerarem mais importantes. • Selecionar três alunos para apresentar e comentar as cenas anotadas por eles.
4. Pós – leitura - depois da exibição: análise dinâmica I. Perguntar aos alunos se suas hipóteses foram contempladas e se as cenas apresentadas têm relação com as hipóteses levantadas pelo grupo?
II. Formar 04 grupos e sortear os tipos de análise. Grupo I - Análise globalizante - analisar as questões abaixo: - Aspectos positivos do vídeo - Aspectos negativos - Idéias principais que passa - O que vocês mudariam neste vídeo?
Grupo II - análise Concentrada: escolher, depois da exibição, uma ou das cenas marcantes e responder as questões abaixo. - O que chama mais a atenção (imagem/som/palavra) - O que dizem as cenas (significados) - Conseqüências, aplicações (para a nossa vida, para o grupo).
Grupo III - análise "funcional” a. Antes da exibição, escolher algumas funções ou tarefas (desenvolvidas por vários alunos): b. - o contador de cenas (descrição sumária, por um ou mais alunos) c. - anotar as palavras-chave d. - anotar as imagens mais significativas e. - caracterização dos personagens f. - música e efeitos g. - mudanças acontecidas no vídeo (do começo até o final).
Grupo IV - análise da linguagem a. - Que história é contada (reconstrução da história)? b. - Como é contada essa história ? c. - o que lhe chamou a atenção visualmente? d. - o que destacaria nos diálogos e na música? e. - Que idéias passa claramente o programa (o que diz claramente esta história)? f. - O que contam e representam os personagens? g. - Modelo de sociedade apresentado? h. - Ideologia do filme? i. - Mensagens não questionadas (pressupostos ou hipóteses aceitos de antemão, sem discussão).? j. - Valores afirmados e negados pelo programa (como são apresentados a justiça, o trabalho, o amor, o mundo)? k. - Como cada participante julga esses valores (concordâncias e discordâncias nos sistemas de valores envolvidos). A partir de onde cada um de nós julga a história?
Grupo V – produção • Dramatizar situações importantes do vídeo assistido e discuti-las comparativamente. Usar a representação, o teatro como meio de expressão do que o vídeo mostrou, adaptando-o à sua realidade.
5. Sistematização A partir da analise do filme, o professor completa com os alunos as informações, relaciona os dados, questiona as soluções apresentadas.
Relatório da oficina introdutória Língua Portuguesa.
Período: 27 a 30 de julho
Dados pessoais: Nome do formador: Laureci Ferreira da Silva Matrícula: 11197573 - 0 Telefone/cel.:(71) 33215161 / 8173 - 4382 E-mail: lau.narede@hotmail.com /launarede.gestarba@gmail.com Formação: Licenciatura em Letras Vernáculas Especialização: Psicopedagogia Institucional e Estudos Lingüísticos e Literários
Descrição de atividades realizadas
Senhora formadora; Na semana de 27/08 a 30/08/2009 houve a aplicação da oficina introdutória por formadores de Língua Portuguesa e Matemática no Estado da Bahia. Essa oficina foi realizada no colégio Central da Bahia com apenas 20 cursistas no dia 27/08/09 no turno vespertino a oficina teve às 13h30min horário estabelecido pela coordenação do GESATAR - BA. Nesta oficina, foi desenvolvida as seguintes atividades: acolhimento, apresentação do roteiro, dinâmica da, árvore, mensagem o poder da visão, leitura e assinatura termo de compromisso, preenchimento da ficha cadastral, apresentação do programa, formação de grupos, entrega de materiais, estudo dirigido do guia geral, socialização, sistematização, apresentação do currículo do GESTAR II – matemática e língua portuguesa, objetivo da oficina, acolhimento final, avaliação da oficina
Os cursistas demonstraram interesse em ampliar seus conhecimentos e, em aplicar o que aprendem nas oficinas em sua sala de aula e também demonstram um desejo de construir uma nova cultura para ensino público. Nesse primeiro momento discutimos sobre as concepções de aprendizagem, de linguagem e de texto que embasam o programa e com isso já começamos a refletir a prática pedagógica deles. Tiveram o primeiro contato com o material. Sem esquecer de mencionar que o objetivo dessa oficina é apresentar o programa para os professores de Língua Portuguesa e Matemática.
Dados pessoais: Nome do formador: Laureci Ferreira da Silva Matrícula: 11197573 - 0 Telefone/cel.:(71) 33215161 / 8173 - 4382 E-mail: lau.narede@hotmail.com /launarede.gestarba@gmail.com Formação: Licenciatura em Letras Vernáculas Especialização: Psicopedagogia Institucional e Estudos Lingüísticos e Literários
Descrição de atividades realizadas
Senhora formadora; Na semana de 03/08/09 a 08/08/09 participei da formação de formadores do GESTAR-BA pela UNB realizada no PAF 1 da UFBA. Nesse encontro tinha formadores da rede municipal e da rede estadual. A minha formadora é Rosa Maria Olimpio. Nesse encontro foi discutiu-se sobre Variação linguistica e Análise Linguistica e Literária. A formadora apresentou estratégias e atividades para adequadas para trabalhar com esses temas em sala de aula. Tivemos também momentos em que a professora Rosa Maria distribui alguns temas para que nós fizéssemos a leitura e apresentássemos para os colegas a concepção que o TP traz e o nosso ponto de vista. Elaboramos também atividades de leitura e de escrita sobre os temas abordados nesse encontro. Laureci Ferreira da Silva
Relatório da oficina de gêneros textuais - Língua Portuguesa.
Período: 31/08 a 03/09
Dados pessoais: Nome do formador: Laureci Ferreira da Silva Matrícula: 11197573 - 0 Telefone/cel. (71) 33215161 / 8173 - 4382 E-mail: lau.narede@hotmail.com /launarede.gestarba@gmail.com Formação: Licenciatura em Letras Vernáculas Especialização: Psicopedagogia Institucional e Estudos Lingüísticos e Literários
Descrição de atividades realizadas
Senhora formadora: Na semana de 31/08 a 03/09 houve a aplicação da oficina de Gêneros textuais – TP3 por formadores de Língua Portuguesa. Esta oficina foi realizada no colégio Central da Bahia com 34 cursistas no dia 02/09/08 no turno vespertino a oficina teve às 13h30min horário estabelecido pela coordenação do GESATAR - BA. A oficina estava estruturada assim: sensibilização com o poema de Roseana Murray, Classificados poéticos e leitura do roteiro, mobilização de conhecimentos prévios, dinâmica de formação de grupo, fundamentação teórica, analise de Avançando na pratica e AAA, leitura e analise de texto, socialização, sistematização, entrega do instrumento de avaliação, avaliação da oficina leitura do objetivo e mobilização para próxima oficina. No primeiro momento a formadora entrega e faz a leitura do poema Classificados poéticos de Roseana Murray para sensibilizar e introduzir o assunto que seria discutido na oficina. Em seguida, ocorre a mobilização de conhecimentos prévios: a formadora convida os cursistas levantarem e observarem os dois painéis expostos na sala. Após a observação eles retornam aos seus lugares. Então começa a mobilização algumas cursistas receberam uma ficha como o nome de alguns gêneros textuais e outras com as características e terão que identificá-los nos painéis. Depois começamos uma discussão a partir de questões grampeadas no poema que foi distribuído no inicio da oficina. Neste instante a formadora solicita que aos cursistas que estão com as perguntas escolha uma das colegas para responder a sua pergunta. Vale lembrar que a cada resposta a formadora faz as intervenções de acordo com as respostas que podem ser para esclarecer dúvidas, para inserir nova informação ou para ampliar o que foi dito. No segundo momento há formação de grupo para leitura do texto de fundamentação teórica e em seguida começa outra discussão acerca do que seria gênero textual: surgimento e desaparecimento de alguns. Depois houve a análise de três avançando na prática e três AAAs. Os cursistas analisaram qual a habilidade que estava sendo trabalhado em cada avançando, o(s) objetivo(s), os conteúdos: conceituais procedimentais e atitudinais e seria adequado a qualquer série. Logo em seguida aconteceu a elaboração de uma atividade de leitura e escrita utilizando os textos “Poema tirado de um jornal” e Bom dia que está no final do TP. Esta atividade tinha que levar consideração o que foi discutido durante a oficina e os passos para que haja uma aprendizagem significativa de leitura e de escrita. Na sistematização vimos mais um pouco sobre hibidrização transmutação, e o que considerar para caracterizar um gênero textual: tantos os aspectos formais, quanto aos aspectos funcionais e o suporte. Discutimos também sobre suporte textual.
GESTAR II BAHIA RELATÓRIO DE AÇÕES MENSAIS FORMADOR-TUTOR
Formador/Tutor: Laureci Ferreira da Silva Mês de Referência: Outubro
Área de atuação Língua Portuguesa Direc: 1/A e 1/B U.E. Pólo: Colégio Central da Bahia Coord. Local: Nailton Rocha
1. REGÊNCIA DE CLASSE 1.1. Do planejamento e execução das atividades O planejamento e execução das atividades deste mês constitui em encontros nos quais foram estudados discutidos tópicos relativos a elaboração do portifólio, alguns aspectos da estilística e da coerência textual na perspectiva de diferentes estudiosos tais como: Portfólio - VILLAS BOAS, 2004. – HERNÁNDEZ, Fernando. Transgressão e Mudança na Educação os projetos de trabalho; tradução: Jussara Haubert Rodrigues - Porto Alegre: ArtMed, 1998, estilística – MARTINS , 2000 e coerência KOCH, 2004
1.2. Do(s) encontros de formação / atividades de pesquisa Para uma sistematização mais consistente e atualizada organizamos (formador-tutor e formador especialista) sessões de estudos e leituras individuais. A última sessão de estudos foi à socialização das leituras individuais e sistematização dos estudos em grupos mediada pelo formador-tutor Andre Marcilio. Esta contou com a presença do formador- tutor Wallace Silva e Laureci Ferreira da Silva e pela coordenadora Reginalva na DIREC. Este estudo gerou alguns slides sobre estilística elaborados pelo formador-tutor André Marcilio. Participamos como ouvintes de uma palestra sobre Variação lingüística com a Professora Cristiane Dutra Mestre pela Universidade Federal da Bahia.
1.3. Do acompanhamento pedagógico (ao cursista) Realizei neste período 04 atendimento presencial na DIREC 1/B e 03 por telefone e 02 por e-mail.
1.4. Da realização das Oficinas No dia 07/10/09 realizei a oficina de portfólio, objetivando orientar os cursistas para elaborarem esse instrumento de avaliação solicitado pelo programa GESTAR e no dia 21/10/09 foi realizada a oficina de estilística e coerência. Nesta segunda oficina contamos com a presença da supervisora Fátima Pereira para acompanhar as atividades desenvolvidas durante a oficina.
1.5. Dos estudos individuais Li alguns artigos sobre portfólio na semana anterior a oficina. Logo após essa oficina, comecei ler o livro Introdução a estilística de Martins Santana Martins e os livros Texto e Coerência e Ler e Compreender de Ingedore Villaça Koch. Além dessa leitura, fiz a leitura do planejamento da oficina.
2. ATIVIDADE PEDAGÓGICA 2.1. Das reuniões com a Coordenação Local Participei de três reuniões: uma para redimensionar as turmas, outra para apresentação da proposta da implantação da supervisão e a última para apresentação da equipe de supervisores.
3. ANEXOS (diversos extratos que possam ampliar a compreensão do trabalho) 3.1 Depoimentos/avaliação de cursistas / alunos 3.2 Fotografias 3.3 Relatos de experiências 3.4 Atividades e recursos expressivos utilizados em Oficinas
Dados pessoais:
ResponderExcluirNome do formador: Laureci Ferreira da Silva
Matrícula: 11.197.573-0
Telefone/Cel:3321-5161 / 81734382
E-mail: launarede@hotmail.com
Formação: Letras Vernáculas
Especialização/Mestrado/Doutorado ( X) Sim ( ) Não
Especifique: Psicopedagogia institucional e Estudos Lingüísticos e Literários
Senhora:
Meu processo no GESTAR, iniciou-se no dia 23 de março de 2009, quando participei da seleção para atuar como formadora de Língua Portuguesa em Salvador, através de uma entrevista e uma carta de intenção. No dia 1º de maio fui convocada através do Diário oficial do Estado da Bahia fazer parte do grupo GESTAR da Bahia. Isso posto, submeto a apreciação de V. Srª. o relatório das atividades realizadas desde que ingressei no programa.
No dia 05 de maio fui convidada a comparecer para uma reunião no dia 07/05/09 com a Coordenação Pedagógica do Programa GESTAR na sede da DIREC 1A/B, às 14 horas. Nesta reunião, a coordenação fez a apresentação do programa para os novos formadores de Língua Portuguesa e Matemática.
Em seguida, iniciaram-se as reuniões pedagógicas para discussão do cronograma de atividades do mês de maio. Uma das atividades foi a leitura do Guia Geral com o objetivo dos novos formadores conhecerem a proposta de trabalho do programa GESTAR e discutir sobre a concepção socioconstrutivista do processo ensino-aprendizagem, pois é esta que fundamenta o programa. Essa atividade foi coordenada pela especialista de Língua Portuguesa e por um dos formadores veteranos.
Na sequencia, a especialista em psicopedagogia Edmeire Santos Costas realização de uma oficina de integração com o objetivo de integrar o grupo de formadores antigo com os novos. Nesta oficina, participaram tanto os formadores de Língua Portuguesa como os de Matemática. È válido dizer que o objetivo foi alcançado, pois começamos a nos sentir parte do grupo.
Continuando com as atividades agendadas, fizemos a leitura do TP1 e do TP2. Durante esta leitura discutimos a relação entre linguagem e cultura. Vimos também no TP2 como a variação lingüística, o texto, a intertextualidade, gramática, arte e literatura, gêneros textuais e tipos de discursos podem e devem entrar na sala de aula. Ainda nesse momento, discutimos sobre as questões ligadas à nova conceituação de gêneros dos textos e de tipos de textos.
Dando seqüência aos nossos estudos, a formadora de Língua Portuguesa, Fátima Pereira realizou para os outros formadores, coordenadores e especialistas a oficina de Tipos textuais para que os novos formadores não só se aprofundasse nesse conteúdo, mas também percebessem a dinâmica de uma oficina.
Devo mencionar que houve também planejamento e execução de estudo individuais e coletivos, visando nos apropriar mais dos conteúdos e das estratégias apresentadas pelo programa. Além disso, foi feita também a organização de turmas de cursistas.
Relatório de Atividades- Gestar
ResponderExcluirLíngua Portuguesa.
Período: Junho e Julho de 2009.
Dados pessoais:
Nome do formador: Laureci Ferreira da Silva
Matrícula: 11197573 - 0
Telefone/cel.:(71) 33215161 / 8173 - 4382
E-mail: lau.narede@hotmail.com /launarede.gestarba@gmail.com
Formação: Licenciatura em Letras Vernáculas
Especialização: Psicopedagogia Institucional e Estudos Lingüísticos e Literários
Descrição de atividades realizadas
No início de junho começamos a nos reunir na DIREC 1/B - GESTAR para discutir a formatação da oficina Introdutória para alinharmos os itens relevantes acerca do Guia Geral. As discussões foram muito válidas, pois discutimos o Guia Geral, as atividades referentes à oficina, bem como os instrumentos de avaliação do “Avançando na prática” e projeto.
Em seguida, passamos a nos encontrar para discutir a formatação da oficina de projeto e material de suporte teórico sobre o assunto.Estudamos alguns textos:Projeto Pedagógico:um estudo introdutório (Maria Adélia Teixeira Baffi),Projeto:uma nova cultura de aprendizagem (Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida),Os Parâmetros Curriculares e o projeto educativo da escola. Além desses textos, estudamos também Pedagogia dos Projetos. Etapas, papéis e atores (p.57 a 97).
Partindo desse estudo, surgiram algumas discussões em torno de tema e assunto/temática/problemática. Essa discussão ocorreu entre os formadores de Língua Portuguesa durante dois encontros.
A formatação da oficina de apresentação do Programa (Introdutória), já está pronta. Estamos esperando a autorização dos responsáveis para que possamos iniciar o nosso trabalho com os cursistas. Enquanto isso estamos confeccionando o material que será utilizado.
Enquanto isso não acontece,continuamos discutindo o material sobre projeto e pesquisando mais textos que possam embasar o nosso trabalho.
Salvador,20 de julho de 2009
Memorial
ResponderExcluirNão há talvez dias da nossa infância que tenhamos tão intensamente vivido como aqueles que julgamos passar sem tê-los vivido, aqueles que passamos com um livro preferido.
Marcel Proust, in 'O Prazer da Leitura'
Escrever sobre minhas experiências com a leitura e a escrita me traz recordações não muito agradáveis, devido a forma como isso aconteceu. Recordo-me que a minha primeira escola era uma olaria (lugar onde se faz tijolo) que ficava à beira do rio em Queimadas-BA.
O meu primeiro contato com as letras foi através do ABC – um livro pequeno que continha as letras do alfabeto, as sílabas e palavras. Ele era a base para alfabetização.
O processo ocorria da seguinte forma a professora marcava a parte que deveríamos aprender em casa nós decorávamos e no dia seguinte demonstrava para professora o que tínhamos aprendido. A professora chamava cada um dos alunos a sua mesa e mandava que a gente lesse apontando a letra para ela saber que sabíamos reconhecer as letras.
Esse processo ocorria assim: primeiro aprendíamos a vogais e em seguida as consoantes, depois passávamos para formação de silabas, logo após fazíamos a leitura soletrada mais ou menos assim: cha+co =cha+co+la+co+la+co+tei+ra + chaculateira. Esse método era muito difícil, pois quando chegávamos ao final da palavra já tínhamos esquecido o início. Depois dessa etapa passávamos para a cartilha: Vivi viu a uva.
Lembro-me também que uma vez fiquei duas semanas na mesma lição por que não acertava dizer a palavra abóbora. Eu dizia abrobra, abobra, aboborá esse momento ficou marcado porque só acertei dizer no dia que a professora quando me chamou levantou uma régua enorme, isso significava que se eu não acertasse naquele dia eu apanharia, então quando olhei para régua não sei como a palavra abóbora saiu, mas em seguida voltei a dizer abroba.
Não me lembro de ter vivenciado essa preocupação na minha comunidade e nem na minha escola. Os únicos materiais que nos colocava em contato com a escrita era o ABC e a cartilha. O que predominava era oralidade. Para nós, quem sabia contar boas histórias era uma das pessoas mais importante daquele povo.
Diante disso, é evidente que ler histórias para as crianças não tinha espaço nesse contexto. Isso não fazia parte das nossas vidas. Livros de histórias não eram importantes para nós. O importante era as histórias contadas todas as noites das 18h00min às 20h00min, pois depois dessa hora todas as pessoas iam dormir.
Naquela época ler e escrever não tinha significado para nós. A escola era vista como uma possibilidade de ascender na vida. Aprender a fazer as quatro operações era também muito importante.
Diferente do meu tempo de criança, a escola disponibiliza os mais variados gêneros textuais: contos, poemas, romances, novelas, peça teatrais, além dos textos que circulam socialmente.
Há escrita hoje também tem seu valor garantido. Alguns professores já trabalham tanto a escrita como a leitura considerando as condições de produção de texto: para quem se escreve? O que se escreve? Para que se escreve? Quando se escreve?
Atualmente nas escolas aprende-se a ler e a escrever e lê-se e escreve-se para aprender, pois acredita-se que a ensinar ler e escrever é dar condições do aluno se apropriar dos conhecimentos historicamente construído e utilizá-lo.
Atividade a partir do filme “Narradores de Javé” para 7ª e 8ª série
ResponderExcluir1. Mobilização de conhecimentos prévios.
• Expor do título do filme na lousa (utilize o recurso visual que a sua escola possui: data show ou retroprojetor).
• Em seguida, selecionar dois alunos para responder a seguinte pergunta o que é um narrador?
• Depois selecionar mais dois para perguntar que signifique a palavra Javé.
• Na sequência comunicar que na aula de hoje nós vamos assistir filme cujo título é “Narradores de Javé”.
• Neste momento, escolher oito alunos para responder a seguinte pergunta: como ele (a) acha que será a história do filme?
a. O que conta? (o fato)
b. Quem conta? (o narrador)
c. Com quem? (as personagens)
d. Onde? (o lugar: descrever um pouco)
e. Quando? (Tempo)
f. Como? (o modo)
g. Por quê? (as causas)
h. Como termina? (os resultados)
2. Apresentação do vídeo: antes da exibição
a. Informe apenas os aspectos gerais do vídeo (autor, duração, prêmios...). Não interpretar antes da exibição, não pré-julgar (para que cada um possa fazer a sua leitura).
b. Checar o vídeo antes. Conhecê-lo. Ver a qualidade da cópia.
3. Leitura - durante a exibição: os discentes devem anotar as cenas que considerarem mais importantes.
• Selecionar três alunos para apresentar e comentar as cenas anotadas por eles.
4. Pós – leitura - depois da exibição: análise dinâmica
I. Perguntar aos alunos se suas hipóteses foram contempladas e se as cenas apresentadas têm relação com as hipóteses levantadas pelo grupo?
II. Formar 04 grupos e sortear os tipos de análise.
Grupo I - Análise globalizante - analisar as questões abaixo:
- Aspectos positivos do vídeo
- Aspectos negativos
- Idéias principais que passa
- O que vocês mudariam neste vídeo?
Grupo II - análise Concentrada: escolher, depois da exibição, uma ou das cenas marcantes e responder as questões abaixo.
- O que chama mais a atenção (imagem/som/palavra)
- O que dizem as cenas (significados)
- Conseqüências, aplicações (para a nossa vida, para o grupo).
Grupo III - análise "funcional”
a. Antes da exibição, escolher algumas funções ou tarefas (desenvolvidas por vários alunos):
b. - o contador de cenas (descrição sumária, por um ou mais alunos)
c. - anotar as palavras-chave
d. - anotar as imagens mais significativas
e. - caracterização dos personagens
f. - música e efeitos
g. - mudanças acontecidas no vídeo (do começo até o final).
Grupo IV - análise da linguagem
a. - Que história é contada (reconstrução da história)?
b. - Como é contada essa história ?
c. - o que lhe chamou a atenção visualmente?
d. - o que destacaria nos diálogos e na música?
e. - Que idéias passa claramente o programa (o que diz claramente esta história)?
f. - O que contam e representam os personagens?
g. - Modelo de sociedade apresentado?
h. - Ideologia do filme?
i. - Mensagens não questionadas (pressupostos ou hipóteses aceitos de antemão, sem discussão).?
j. - Valores afirmados e negados pelo programa (como são apresentados a justiça, o trabalho, o amor, o mundo)?
k. - Como cada participante julga esses valores (concordâncias e discordâncias nos sistemas de valores envolvidos). A partir de onde cada um de nós julga a história?
Grupo V – produção
• Dramatizar situações importantes do vídeo assistido e discuti-las comparativamente. Usar a representação, o teatro como meio de expressão do que o vídeo mostrou, adaptando-o à sua realidade.
5. Sistematização
A partir da analise do filme, o professor completa com os alunos as informações, relaciona os dados, questiona as soluções apresentadas.
Relatório da oficina introdutória
ResponderExcluirLíngua Portuguesa.
Período: 27 a 30 de julho
Dados pessoais:
Nome do formador: Laureci Ferreira da Silva
Matrícula: 11197573 - 0
Telefone/cel.:(71) 33215161 / 8173 - 4382
E-mail: lau.narede@hotmail.com /launarede.gestarba@gmail.com
Formação: Licenciatura em Letras Vernáculas
Especialização: Psicopedagogia Institucional e Estudos Lingüísticos e Literários
Descrição de atividades realizadas
Senhora formadora;
Na semana de 27/08 a 30/08/2009 houve a aplicação da oficina introdutória por formadores de Língua Portuguesa e Matemática no Estado da Bahia.
Essa oficina foi realizada no colégio Central da Bahia com apenas 20 cursistas no dia 27/08/09 no turno vespertino a oficina teve às 13h30min horário estabelecido pela coordenação do GESATAR - BA.
Nesta oficina, foi desenvolvida as seguintes atividades: acolhimento, apresentação do roteiro, dinâmica da, árvore, mensagem o poder da visão, leitura e assinatura termo de compromisso, preenchimento da ficha cadastral, apresentação do programa, formação de grupos, entrega de materiais, estudo dirigido do guia geral, socialização, sistematização, apresentação do currículo do GESTAR II – matemática e língua portuguesa, objetivo da oficina, acolhimento final, avaliação da oficina
Os cursistas demonstraram interesse em ampliar seus conhecimentos e, em aplicar o que aprendem nas oficinas em sua sala de aula e também demonstram um desejo de construir uma nova cultura para ensino público.
Nesse primeiro momento discutimos sobre as concepções de aprendizagem, de linguagem e de texto que embasam o programa e com isso já começamos a refletir a prática pedagógica deles. Tiveram o primeiro contato com o material.
Sem esquecer de mencionar que o objetivo dessa oficina é apresentar o programa para os professores de Língua Portuguesa e Matemática.
Relatório da formação da UNB
ResponderExcluirLíngua Portuguesa.
Período: 03/08/09 a 08/08/09
Dados pessoais:
Nome do formador: Laureci Ferreira da Silva
Matrícula: 11197573 - 0
Telefone/cel.:(71) 33215161 / 8173 - 4382
E-mail: lau.narede@hotmail.com /launarede.gestarba@gmail.com
Formação: Licenciatura em Letras Vernáculas
Especialização: Psicopedagogia Institucional e Estudos Lingüísticos e Literários
Descrição de atividades realizadas
Senhora formadora;
Na semana de 03/08/09 a 08/08/09 participei da formação de formadores do GESTAR-BA pela UNB realizada no PAF 1 da UFBA. Nesse encontro tinha formadores da rede municipal e da rede estadual. A minha formadora é Rosa Maria Olimpio.
Nesse encontro foi discutiu-se sobre Variação linguistica e Análise Linguistica e Literária. A formadora apresentou estratégias e atividades para adequadas para trabalhar com esses temas em sala de aula.
Tivemos também momentos em que a professora Rosa Maria distribui alguns temas para que nós fizéssemos a leitura e apresentássemos para os colegas a concepção que o TP traz e o nosso ponto de vista. Elaboramos também atividades de leitura e de escrita sobre os temas abordados nesse encontro.
Laureci Ferreira da Silva
Relatório da oficina de gêneros textuais - Língua Portuguesa.
ResponderExcluirPeríodo: 31/08 a 03/09
Dados pessoais:
Nome do formador: Laureci Ferreira da Silva
Matrícula: 11197573 - 0
Telefone/cel. (71) 33215161 / 8173 - 4382
E-mail: lau.narede@hotmail.com /launarede.gestarba@gmail.com
Formação: Licenciatura em Letras Vernáculas
Especialização: Psicopedagogia Institucional e Estudos Lingüísticos e Literários
Descrição de atividades realizadas
Senhora formadora:
Na semana de 31/08 a 03/09 houve a aplicação da oficina de Gêneros textuais – TP3 por formadores de Língua Portuguesa.
Esta oficina foi realizada no colégio Central da Bahia com 34 cursistas no dia 02/09/08 no turno vespertino a oficina teve às 13h30min horário estabelecido pela coordenação do GESATAR - BA.
A oficina estava estruturada assim: sensibilização com o poema de Roseana Murray, Classificados poéticos e leitura do roteiro, mobilização de conhecimentos prévios, dinâmica de formação de grupo, fundamentação teórica, analise de Avançando na pratica e AAA, leitura e analise de texto, socialização, sistematização, entrega do instrumento de avaliação, avaliação da oficina leitura do objetivo e mobilização para próxima oficina.
No primeiro momento a formadora entrega e faz a leitura do poema Classificados poéticos de Roseana Murray para sensibilizar e introduzir o assunto que seria discutido na oficina.
Em seguida, ocorre a mobilização de conhecimentos prévios: a formadora convida os cursistas levantarem e observarem os dois painéis expostos na sala. Após a observação eles retornam aos seus lugares. Então começa a mobilização algumas cursistas receberam uma ficha como o nome de alguns gêneros textuais e outras com as características e terão que identificá-los nos painéis. Depois começamos uma discussão a partir de questões grampeadas no poema que foi distribuído no inicio da oficina. Neste instante a formadora solicita que aos cursistas que estão com as perguntas escolha uma das colegas para responder a sua pergunta.
Vale lembrar que a cada resposta a formadora faz as intervenções de acordo com as respostas que podem ser para esclarecer dúvidas, para inserir nova informação ou para ampliar o que foi dito.
No segundo momento há formação de grupo para leitura do texto de fundamentação teórica e em seguida começa outra discussão acerca do que seria gênero textual: surgimento e desaparecimento de alguns.
Depois houve a análise de três avançando na prática e três AAAs. Os cursistas analisaram qual a habilidade que estava sendo trabalhado em cada avançando, o(s) objetivo(s), os conteúdos: conceituais procedimentais e atitudinais e seria adequado a qualquer série.
Logo em seguida aconteceu a elaboração de uma atividade de leitura e escrita utilizando os textos “Poema tirado de um jornal” e Bom dia que está no final do TP. Esta atividade tinha que levar consideração o que foi discutido durante a oficina e os passos para que haja uma aprendizagem significativa de leitura e de escrita.
Na sistematização vimos mais um pouco sobre hibidrização transmutação, e o que considerar para caracterizar um gênero textual: tantos os aspectos formais, quanto aos aspectos funcionais e o suporte. Discutimos também sobre suporte textual.
Salvador,14/09/2009. Laureci Ferreira da Silva
GESTAR II BAHIA
ResponderExcluirRELATÓRIO DE AÇÕES MENSAIS
FORMADOR-TUTOR
Formador/Tutor:
Laureci Ferreira da Silva Mês de Referência:
Outubro
Área de atuação
Língua Portuguesa
Direc:
1/A e 1/B
U.E. Pólo: Colégio Central da Bahia Coord. Local: Nailton Rocha
1. REGÊNCIA DE CLASSE
1.1. Do planejamento e execução das atividades
O planejamento e execução das atividades deste mês constitui em encontros nos quais foram estudados discutidos tópicos relativos a elaboração do portifólio, alguns aspectos da estilística e da coerência textual na perspectiva de diferentes estudiosos tais como: Portfólio - VILLAS BOAS, 2004. – HERNÁNDEZ, Fernando. Transgressão e Mudança na Educação os projetos de trabalho; tradução: Jussara Haubert Rodrigues - Porto Alegre: ArtMed, 1998, estilística – MARTINS , 2000 e coerência KOCH, 2004
1.2. Do(s) encontros de formação / atividades de pesquisa
Para uma sistematização mais consistente e atualizada organizamos (formador-tutor e formador especialista) sessões de estudos e leituras individuais.
A última sessão de estudos foi à socialização das leituras individuais e sistematização dos estudos em grupos mediada pelo formador-tutor Andre Marcilio.
Esta contou com a presença do formador- tutor Wallace Silva e Laureci Ferreira da Silva e pela coordenadora Reginalva na DIREC.
Este estudo gerou alguns slides sobre estilística elaborados pelo formador-tutor André Marcilio.
Participamos como ouvintes de uma palestra sobre Variação lingüística com a Professora Cristiane Dutra Mestre pela Universidade Federal da Bahia.
1.3. Do acompanhamento pedagógico (ao cursista)
Realizei neste período 04 atendimento presencial na DIREC 1/B e 03 por telefone e 02 por e-mail.
1.4. Da realização das Oficinas
No dia 07/10/09 realizei a oficina de portfólio, objetivando orientar os cursistas para elaborarem esse instrumento de avaliação solicitado pelo programa GESTAR e no dia 21/10/09 foi realizada a oficina de estilística e coerência.
Nesta segunda oficina contamos com a presença da supervisora Fátima Pereira para acompanhar as atividades desenvolvidas durante a oficina.
1.5. Dos estudos individuais
Li alguns artigos sobre portfólio na semana anterior a oficina. Logo após essa oficina, comecei ler o livro Introdução a estilística de Martins Santana Martins e os livros Texto e Coerência e Ler e Compreender de Ingedore Villaça Koch. Além dessa leitura, fiz a leitura do planejamento da oficina.
2. ATIVIDADE PEDAGÓGICA
2.1. Das reuniões com a Coordenação Local
Participei de três reuniões: uma para redimensionar as turmas, outra para apresentação da proposta da implantação da supervisão e a última para apresentação da equipe de supervisores.
3. ANEXOS (diversos extratos que possam ampliar a compreensão do trabalho)
3.1 Depoimentos/avaliação de cursistas / alunos
3.2 Fotografias
3.3 Relatos de experiências
3.4 Atividades e recursos expressivos utilizados em Oficinas
Local/Data: Salvador, 06 de outubro de 2009
ASSINATURA: Laureci Ferreira da Silva